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Inauguração da Exposição "Ângelo de Sousa: Quase Tudo o Que Sou Capaz"

06 set, 2019

A obra de Ângelo de Sousa começou a afirmar-se na década de 60 e, desde então, o seu trabalho é reconhecido como dos mais importantes da Arte Contemporânea portuguesa.

A nova exposição do Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) resulta, exatamente, da uma seleção, da Curadora Paula Fernandes, que reúne 35 obras de sua autoria.

Sob o título “Ângelo de Sousa: Quase Tudo o Que Sou Capaz”, a exposição pode ser vista, até dia 24 de novembro, sendo que a cerimónia inaugural ficou marcada pela presença do Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia, e da Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves, Ana Pinho.

Luís Correia realçou que “das três exposições que estiveram anteriormente no CCCCB em parceria com a Fundação de Serralves, resultaram mais de 5.500 visitantes, um número considerável para a cidade de Castelo Branco”, sendo que a exemplo de mostras anteriores tem a expectativa “de grande sucesso também para esta 4ª exposição”.

Já Ana Pinho destacou “o gosto da Fundação de Serralves em cada regresso ao CCCCB, sobretudo pelo percurso da cidade, cada vez mais relevante em diversas áreas, incluindo na cultura”. A Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves acrescentou ainda que “o CCCCB tem cada vez mais presença a nível nacional, bem como uma programação, articulada em parceria não só com a Fundação de Serralves, mas também com outras instituições, que apresenta uma enorme qualidade”.

Ângelo de Sousa é um influente artista português que se destaca pelas várias vertentes da sua arte, embora alguns críticos destaquem principalmente a sua pintura.

Esta exposição, porém, pretende dar a conhecer as suas outras facetas artísticas, incluindo o desenho, a escultura, a instalação e, por fim, o documentário e vídeo.

A exposição apresenta obras representativas dos vários períodos da sua carreira, procurando evidenciar a evolução e crescimento da criação artística de Ângelo de Sousa, marcada pela vontade de trabalhar com elementos simples, para alcançar a depuração que viria a caraterizar a sua obra, destacando-se ainda como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.