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quarto de espanto - Em torno da Coleção da CGD

De 11 de março a 2 de julho de 2017

Quarto de Espanto é a terceira de um ciclo de três exposições que tiveram lugar em Tavira, Bragança e, agora, em Castelo Branco, e que partilham o mesmo tema, estrutura e objetivo.

Como as anteriores, esta exposição parte de uma seleção de peças da Coleção da Caixa Geral de Depósitos para acolher obras inéditas de um artista convidado e artefactos provenientes dos espólios de cultura material da região anfitriã. Com esta teia de encontros pretende-se não só confrontar a Coleção da CGD com objetos de outros universos e de outras idades, mas sobretudo restituir à arte algo que a atual profusão de imagens e o crescente pendor retórico dos discursos contemporâneos lhe vêm anulando: o seu pleno poder simbólico. A noção de espanto que preside a este ciclo sublinha isso mesmo: a vontade de responder ao presente esgotamento da imagem através da recuperação do enigma do ícone, da reposição do instante mágico que faz do corpo da imagem o lugar de uma passagem para o transcendente. Por outro lado, ele sublinha também a vontade de contrapor à retórica vigente a dúvida e a estranheza, o irracional e a superstição, como meios para o culto de uma espécie de infra intelecto, morada da incerteza e da pulsão. Neste espaço de alternativa esperamos ver despontar o ambíguo e o inominável, esperamos assistir à formação de um território onírico, onde seja possível recuperar e preservar a centelha antiga da surpresa e do supra natural, a matéria de que é feita a expressão confusa, rara e irredutível de um espanto.

 

Estudos de Luz: Indícios, Reflexos e Sombras

Esteve patente ao público entre 11 de novembro de 2016 a 19 fevereiro de 2017

Esta exposição dá corpo à estratégia de itinerância da Coleção Serralves,  para tornar a arte contemporânea mais acessível às populações de todo o País.

A mostra apresenta o trabalho de vários artistas que exploram as potencialidades da luz, como Ignasi Aballí, Fernando Calhau, Lourdes Castro, Rui Chafes, Noronha da Costa, Ana Hatherly, Marine Hugonnier, Ana Jotta, Jorge Martins, Charlotte Moth, Bruce Nauman, Maria Nordman, Paulo Nozolino, Julião Sarmento, Silvestre Pestana e Grazia Toderi.

Os artistas representados em "Estudos de Luz" conseguem, independentemente da variedade de meios, materiais e processos, colocar as suas pesquisas ao serviço da representação visual da luz. 

A exposição pode ser visitada em regime livre, ou em visitas guiadas gratuitas, para alunos dos vários níveis de ensino ou para o público em geral.

 

There is no why, there no I_ Corpo e Fisicalidade na Coleção Norlinda e José LimaEsteve patente ao público entre 25 de abril a 30 de outubro de 2016

A exposição "There is no why, there no I"_ Corpo e Fisicalidade na Coleção Norlinda e José Lima apresenta uma seleção de obras da Coleção Norlinda e José Lima, em depósito no Núcleo de Arte da Oliva, sob o tema do corpo e a sua relação com a fisicalidade, num total de 52 artistas em exposição.

Esta mostra reflete não apenas sobre o aspeto físico e as características do corpo, mas também sobre tudo aquilo que é feito e realizado com o corpo em relação ao mundo que nos rodeia. Compreende-se o corpo não só enquanto forma corporal mas também enquanto forma sensível, que age, reage e atua.

 


Pintura Modernista – Na coleção Millennium BCP

Esteve patente ao público entre 13 de novembro de 2015 a 10 de abril de 2016  

"Esta exposição apresenta uma seleção das obras da Coleção Millennium bcp cujos autores iniciaram as suas carreiras nas primeiras três décadas do século XX. Para a história da arte, são artistas modernistas que questionaram os processos da pintura naturalista, empenhada na verosimilhança entre o visto e o representado. Os modernistas, pelo contrário, não acreditam nessa naturalidade do ver: pretendem que o espetador não confunda a realidade com a pintura e sugerem que esta pode enriquecer aquela, através da imaginação plástica. Na maioria dos casos, as obras expostas confirmam o que a história da arte foi elaborando, mas, noutros, a surpresa pode emergir. Este é o desafio que a exposição propõe, quer aos especialistas, quer os visitantes interessados: que cada um indague e encontre afinidades emotivas e estéticas que confirmem (ou perturbem) o que antes sabia ou amava."

Raquel Henriques da Silva
Curadora da Exposição

Exposição composta por 55 obras de 15 artistas modernistas portugueses: António Carneiro; Amadeo de Souza-Cardoso; Eduardo Viana; José de Almada Negreiros; Francis Smith; António Soares; Mily Possoz; Jorge Barradas; Bernardo Marques; Mário Eloy; Júlio Reis Pereira; José Dominguez Alvarez; Carlos Botelho; Dordio Gomes; Carlos Carneiro.

 

Everywhere is the same skyEsteve patente ao público entre 26 de abril a 25 de outubro de 2015 

A terceira exposição que o CCCCB acolheu intitulava-se “Everywhere is the same sky” – uma perspetiva de paisagem na coleção Norlinda e José Lima.

Trata-se de uma exposição que reúne 50 artistas nacionais e estrangeiros, uma seleção de peças em distintas técnicas: pintura a óleo, desenho, fotografia, vídeo, técnicas mistas, entre outras.

As peças em exposição, que integram a Colecção Norlinda e José Lima, gerida pelo Núcleo de Arte da Oliva Creative Factory, têm em comum a abordagem artística e plástica da paisagem.

A exposição, esteve patente ao público até ao dia 25 de outubro, com curadoria de Raquel Guerra e apresentou obras de Albert Ràfols, Álvaro Lapa, António Costa Pinheiro, António Palolo, Arpad Szenes, Artur do Cruzeiro Seixas, Carlos Botelho, Carlos Lobo, Carlos Noronha Feio, Chus Garcia Fraille, Daniel Malhão, Edgar Martins, Eduardo Luiz, Emerenciano, Fabrízio Matos, Gabriel Abrantes, Gabriela Albergaria, Gonzalez Bravo, Harmen de Hoop, Jaime Isidoro, Joan Fontcuberta, João Hogan, João Louro, João Marçal, João Maria Gusmão + Pedro Paiva, João Onofre, João Queiroz, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José Lourenço, Luís Fortunato Lima, Luís Noronha da Costa, Marcos Castro, Mário Cesariny, Michael Biberstein, Miguel Palma, Nikias Skapinakis, Nuno Cera, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Pedro Gomes, Pires Vieira, Raul Perez, Robert Longo, Rita Carreiro, Rosa Carvalho, Rui Algarvio, Susana Anágua, Susana Gaudêncio, Tracey Moffatt e Vasco Barata.

 

Planet Ferrovia – Sector IX Via Lusitânea de Viktor FerrandoEsteve patente ao público entre 15 de novembro de 2014 a 5 de abril de 2015

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco inaugurou, no dia 15 de novembro, a exposição PLANET FERROVIA SECTOR IV VIA LUSITÂNEA, da autoria do artista plástico espanhol Víktor Ferrando e comissariada por Guida Maria Loureiro.

A exposição, foi inicialmente apresentada na Cidade das Artes e das Ciências, em Valência (Espanha), e foi exibida pela primeira vez em Portugal  integrando um conjunto de instalações, bem como esculturas de grandes dimensões, criadas a partir – sobretudo – de material ferroviário fora de circulação.

A utilização deste material é, aliás, uma das mais marcantes características deste artista plástico, o escultor-soldador como alguém já o designou.

A obra de Víktor Ferrando está representada em várias coleções públicas e privadas, mas merece destaque o facto de ter sido o representante do Reino de Espanha em acontecimentos artísticos internacionais da maior relevância, dos quais são exemplo “Present Art Festival Shanghai”, Shanghai, na República Popular da China (2013), “Art Dubai”, Dubai, nos Estados Emirados Árabes (2012), e na “Trienal de Praga”, Praga, República Checa (2008).

 

Arte Latino AmericanaEsteve patente ao público entre 13 de outubro de 2013 a 13 de outubro de 2014 

O CCCCB abriu portas em 2013 com uma exposição de Arte Latino Americana da Coleção Berardo.

Durante um ano estiveram em exposição cerca de uma centena de peças entre quadros, esculturas, instalações e vídeos de artistas latino americanos com destaque para os brasileiros e cubanos.

Foi apresentada pela primeira vez em Portugal a pintura “Watchman, What of the Night?”, do artista surrealista chileno Roberto Matta.

Na arte com acento político, destacou-se Fernando Botero com a escultura monumental “Male Torso”, colocada no exterior do CCCCB e que foi uma das atrações desta mostra.

 

  • Concertos no CCCCB